Confiar apenas no próprio coração é tolice; andar guiado pela sabedoria que vem de fora traz libertação.
Em Provérbios 28:26, questiona-se onde um homem deposita sua confiança: Aquele que confia no seu coração é tolo, mas quem anda em sabedoria escapará (v. 26). São mencionadas duas direções de confiança.
Aquele que confia no seu coração é tolo. O coração, em Provérbios, é a sede da vontade, do desejo e do julgamento. Confiar inteiramente no próprio coração significa presumir que o que se deseja é o que se deve buscar, e o que se julga é o que é certo. Jeremias 17:9 descreve o perigo: "Enganoso é o coração acima de todas as coisas e gravemente enfermo; quem o poderá conhecer?". O homem que se guia pela sua própria bússola interior sem correção externa é considerado um tolo.
Mas quem anda em sabedoria escapará. Andar sabiamente envolve influência externa: a lei do Senhor, o conselho dos sábios, a experiência dos mais velhos. O sábio não confia apenas no próprio coração; ele o confronta com critérios mais confiáveis. Ele é libertado dos fracassos em que o tolo confiante demais incorre.
Provérbios 28:26
26 Aquele que confia no seu coração é tolo, mas quem anda em sabedoria escapará.
Provérbios 28:26 explicação
Em Provérbios 28:26, questiona-se onde um homem deposita sua confiança: Aquele que confia no seu coração é tolo, mas quem anda em sabedoria escapará (v. 26). São mencionadas duas direções de confiança.
Aquele que confia no seu coração é tolo. O coração, em Provérbios, é a sede da vontade, do desejo e do julgamento. Confiar inteiramente no próprio coração significa presumir que o que se deseja é o que se deve buscar, e o que se julga é o que é certo. Jeremias 17:9 descreve o perigo: "Enganoso é o coração acima de todas as coisas e gravemente enfermo; quem o poderá conhecer?". O homem que se guia pela sua própria bússola interior sem correção externa é considerado um tolo.
Mas quem anda em sabedoria escapará. Andar sabiamente envolve influência externa: a lei do Senhor, o conselho dos sábios, a experiência dos mais velhos. O sábio não confia apenas no próprio coração; ele o confronta com critérios mais confiáveis. Ele é libertado dos fracassos em que o tolo confiante demais incorre.