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Provérbios 28:8 explicação

A riqueza acumulada por meio de juros e usura acaba indo para o homem que é generoso com os pobres.

Salomão menciona o destino final do dinheiro obtido injustamente: Aquele que aumenta a sua fazenda com juros e usura ajunta-a para aquele que se compadece dos pobres (v. 8). Provérbios 28:8 descreve o destino final do dinheiro.

A imagem retrata um homem que empresta dinheiro a pessoas desesperadas a taxas abusivas, acumulando riqueza às custas daqueles que menos podem pagar: aquele que aumenta sua fazenda com juros e usura. A Lei Mosaica proibia a cobrança de juros de israelitas em dificuldades (Êxodo 22:25; Levítico 25:35-37). O homem em questão ignorou esse limite.

Sua riqueza, por fim, acaba nas mãos de alguém que a usará para ajudar os pobres que ele explorou: "e usura ajunta-a para aquele que se compadece dos pobres". O mecanismo é deixado em aberto. A morte, o julgamento, a providência ou uma simples herança podem transferir a riqueza dos ímpios para os justos. Jó 27:16-17 descreve o mesmo padrão: "Embora amontoe ele prata como pó e aparelhe vestidos como barro, ele pode aparelhá-los, mas o justo os vestirá, e o inocente repartirá a prata". O versículo encoraja o leitor sábio a deixar os cálculos de longo prazo da injustiça nas mãos do SENHOR.