A Bíblia Diz Comentário sobre 2 Coríntios 12
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Em 2 Coríntios 12:1-6, Paulo continua sua "vangloria" e se volta para as visões e revelações do Senhor. Ele relata sua visita ao terceiro céu: o Paraíso, onde viu coisas sobre as quais não tem permissão de falar. Embora isso comprove sua superioridade como apóstolo, Paulo deseja que os coríntios se concentrem em Cristo.
2 Coríntios 12:7-10 detalha como, devido às incríveis revelações que Paulo viu, como sua visita ao Paraíso (sobre a qual ele não tem permissão para falar), Deus permitiu que Paulo sofresse uma dor crônica de algum tipo. Paulo não revela qual é a dor, mas que pediu a Deus três vezes para removê—la, mas Deus revelou que o objetivo desse fardo era ensinar Paulo a se satisfazer em suas fraquezas, para que ele pudesse confiar contínua e humildemente no poder de Cristo. É por isso que Paulo se orgulha de suas fraquezas e suporta perseguições de outras pessoas, porque isso o inspira a confiar em Cristo.
2 Coríntios 12:11-13 mostra Paulo terminando sua "vangloria". Ele lembra aos coríntios que, por sua imaturidade e ignorância, eles o forçaram a detalhar como ele é superior aos falsos apóstolos que os corrompiam. Os coríntios deveriam ter sido capazes de discernir que Paulo é um autêntico apóstolo de Cristo com base em sua experiência passada com ele. Paulo realizou milagres entre eles. Paulo não recebeu dinheiro deles. Ele sarcasticamente pede perdão por nunca os explorarem financeiramente.
Em 2 Coríntios 12:14-18, Paulo se prepara para visitar a igreja de Corinto pela terceira vez. Ele declara que não pedirá dinheiro nem tomará deles. Ele vê os coríntios como filhos espirituais e, assim como um bom pai não tira dinheiro dos filhos, mas sim economiza para o futuro deles, Paulo também quer se "dedicar" aos coríntios, em vez de extorquir. Ele defende sua integridade financeira, lembrando—os de como uma terceira pessoa foi enviada para coletar sua caridade para a igreja de Jerusalém. Paulo nunca explorou financeiramente os coríntios.
Em 2 Coríntios 12:19-21, Paulo revela que, na verdade, não estava se defendendo perante os coríntios. Ao se envolver na “jactância insensata” para demonstrar sua superioridade sobre os falsos apóstolos, Paulo não estava se vangloriando. Ele estava redirecionando os coríntios para a verdade de Cristo, para que pudessem crescer espiritualmente. Paulo temia que, ao visitá—los, encontraria os crentes de Corinto envolvidos em todo tipo de pecado. Ele temia ter que disciplinar aqueles que não tivessem se arrependido de seus pecados até sua chegada.
Paulo continua sua "vangloria" e se volta para as visões e revelações do Senhor. Ele relata sua visita ao terceiro céu: o Paraíso, onde viu coisas sobre as quais não tem permissão de falar. Ele não sabe se foi lá fisicamente ou em uma visão. Embora isso comprove sua superioridade como apóstolo, Paulo quer que os coríntios se concentrem em Cristo.
Devido às incríveis revelações que Paulo viu, como sua visita ao Paraíso (sobre a qual ele não tem permissão para falar), Deus permitiu que Paulo sofresse uma dor crônica de algum tipo. Paulo não revela qual é a dor, mas que pediu a Deus três vezes para removê—la. Deus revelou que o objetivo desse fardo era ensinar Paulo a se satisfazer em suas fraquezas, para que ele pudesse confiar contínua e humildemente no poder de Cristo. É por isso que Paulo se orgulha de suas fraquezas e suporta perseguições de outras pessoas, porque isso o inspira a confiar em Cristo.
Por fim, Paulo termina sua "vangloria". Ele lembra aos coríntios que, por sua imaturidade e ignorância, eles o forçaram a detalhar como ele é superior aos falsos apóstolos que os corrompiam. Os coríntios deveriam ter sido capazes de discernir que Paulo é um autêntico apóstolo de Cristo com base em sua experiência passada com ele. Paulo realizou milagres entre eles. Paulo não recebeu dinheiro deles. Ele sarcasticamente pede perdão por nunca os terem explorado financeiramente.
Ele menciona novamente que está se preparando para visitar a igreja de Corinto pela terceira vez. Declara que não pedirá nem tirará dinheiro deles. Ele vê os coríntios como filhos espirituais e, assim como um bom pai não tira dinheiro dos filhos, mas sim economiza para o futuro deles, Paulo também quer se "dedicar" aos coríntios, em vez de extorquir. Ele defende sua integridade financeira, lembrando—os de como uma terceira pessoa foi enviada para coletar sua caridade para a igreja de Jerusalém. Paulo nunca explorou financeiramente os coríntios.
Paulo revela que não estava realmente se defendendo diante dos coríntios. Ao se envolver na "loucura tola" para mostrar sua superioridade sobre os falsos apóstolos, Paulo não estava se exaltando. Ele estava redirecionando os coríntios para uma postura centrada em Cristo, a fim de que pudessem crescer espiritualmente. Paulo teme que, ao visitá—los, encontre os crentes coríntios envolvidos em todo tipo de pecado. Ele teme ter que disciplinar aqueles que não se arrependeram do pecado até sua chegada.
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