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Jó 39:1-4 explicação

Jó 39:1-4 cita os cabritos e os cervos da montanha como exemplos para Jó refletir. Essas criaturas dão à luz sem o conhecimento ou supervisão de Jó; seus filhotes crescem e saem de casa sem que ninguém os eduque ou os guie. Deus criou ordem; Ele fez os animais capazes de se sustentarem geração após geração. Jó e sua perspectiva são irrelevantes para o que ocorre no plano de Deus para o reino animal. Deus não carece de sabedoria ou discernimento.

Jó 39:5-12 explicação

Jó 39:5-12 faz referência ao jumento selvagem e ao boi selvagem. Ambos os animais vivem em liberdade no deserto, desinteressados no que o homem possa lhes ordenar. O jumento selvagem é capaz de sobreviver em lugares remotos e desabitados. Ele encontra alimento onde menos esperamos. O boi selvagem é forte e faz o que quer, sem arar a terra para os humanos. Nenhum ser humano, incluindo Jó, pode lhe dar ordens. O Deus todo-poderoso e onisciente criou essas criaturas para se sustentarem onde os humanos pereceriam.

Jó 39:13-18 explicação

Jó 39:13-18 usa o exemplo da avestruz. Para um observador externo, a avestruz parece tola. Ela enterra seus ovos na areia e parece esquecê-los. No entanto, os ovos são aquecidos e eventualmente eclodem, mesmo que pareça que a avestruz condenou seus filhotes. Apesar de parecer boba e insensata, a avestruz não consegue correr mais rápido que um cavalo. A glória e o poder de Deus se manifestam em pessoas e lugares que podemos subestimar. Jó não havia refletido sobre nada disso até então, quando pediu a Deus que explicasse por que Ele deveria pôr fim ao seu sofrimento. Mas Deus está mostrando a Jó a extensão de Sua sabedoria e poder.

Jó 39:19-25 explicação

Jó 39:19-25 pede a Jó que considere o cavalo. Deus lhe pergunta se Ele havia dado ao cavalo atributos que Jó obviamente não havia concedido. Quem criou o cavalo, o homem ou Deus? A força, a estrutura, a capacidade de saltar, de bufar e de bater as patas no chão. A incrível coragem de um cavalo de guerra para enfrentar armas, para investir contra o perigo sem parar e derrubar seu cavaleiro.

Jó 39:26-30 explicação

Jó 39:26-30 faz referência ao falcão e à águia. Jó não exerce autoridade sobre esses animais, não os faz voar, nem sequer entende como conseguem fazê-lo. Essas aves constroem suas vidas e criam seus filhotes em penhascos perigosos, inacessíveis a qualquer pessoa. Elas enxergam longe e alimentam seus filhotes com carne e sangue de animais mortos. São coisas incríveis. Essas aves levam vidas extraordinárias, sobre as quais nenhum ser humano tem qualquer influência. E Deus criou essas aves, em Sua infinita sabedoria e poder. Deus está mostrando a Jó o quão pouco ele compreende, como Jó precisa da perspectiva de Deus, e não o contrário.


Deus aponta para as cabras montesas e os cervos como exemplos para Jó refletir. Essas criaturas dão à luz sem o conhecimento ou supervisão de Jó; seus filhotes crescem e saem de casa sem que ninguém os eduque ou os guie. Deus criou ordem; Ele fez os animais capazes de se sustentarem geração após geração. Jó e sua perspectiva são irrelevantes para o que acontece no plano de Deus para o reino animal. Deus não carece de sabedoria ou discernimento.

Deus aponta para o jumento selvagem e o boi selvagem. Ambos os animais vivem em liberdade na natureza, desinteressados no que o homem possa lhes ordenar. O jumento selvagem é capaz de sobreviver em lugares remotos e desabitados. Ele encontra alimento onde menos esperamos. O boi selvagem é forte e faz o que quer, sem arar a terra para os humanos. Nenhum ser humano, nem mesmo Jó, pode lhe dar ordens. O Deus todo-poderoso e onisciente criou essas criaturas para se sustentarem onde os humanos pereceriam.

Deus usa o exemplo da avestruz. Para um observador externo, a avestruz parece tola. Ela enterra seus ovos na areia e parece esquecê-los. No entanto, os ovos são aquecidos e eventualmente eclodem, mesmo que pareça que a avestruz condenou seus filhotes. Apesar de parecer boba e insensata, a avestruz não consegue correr mais rápido que um cavalo. A glória e o poder de Deus se manifestam em pessoas e coisas que podemos subestimar. Jó não havia refletido sobre nada disso até então, quando pediu a Deus que explicasse por que Ele deveria pôr fim ao seu sofrimento. Mas Deus está mostrando a Jó a extensão de Sua sabedoria e poder.

Deus pede a Jó que reflita sobre o cavalo. Pergunta-lhe se foi Ele quem atribuiu ao cavalo atributos que Jó obviamente não lhe conferiu. Quem criou o cavalo, o homem ou Deus? A força, a estrutura, a capacidade de saltar, de bufar e de bater as patas no chão. A incrível coragem de um cavalo de guerra para enfrentar armas, para investir contra o perigo sem parar e derrubar o cavaleiro.

Deus aponta para o falcão e a águia. Jó não exerce autoridade sobre esses animais, não os faz voar, nem sequer entende como conseguem fazê-lo. Essas aves constroem suas vidas e criam seus filhotes em penhascos perigosos, inacessíveis a qualquer pessoa. Elas enxergam longe e alimentam seus filhotes com carne e sangue de animais mortos. São coisas incríveis. Essas aves levam vidas extraordinárias, sobre as quais nenhum ser humano tem qualquer influência. E Deus criou essas aves, em Sua infinita sabedoria e poder. Deus está mostrando a Jó o quão pouco ele compreende, como Jó precisa da perspectiva de Deus, e não o contrário.

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