Palavras sábias dão bons frutos, enquanto os traiçoeiros são movidos por desejos destrutivos e violentos.
O princípio revelado em Provérbios 13:2 por Salomão mostra que Pelo fruto da sua boca, o homem comerá o bem, mas a alma dos prevaricadores comerá a violência (v. 2). As palavras dão frutos. A fala não é uma atividade vazia, mas algo que produz consequências reais na vida de uma pessoa.
Aquele que usa a boca com sabedoria desfruta do bem, pois palavras verdadeiras, adequadas e graciosas tendem a construir confiança, paz e oportunidades. A boca pode se tornar uma fonte de vida, como Salomão já disse em outra passagem. A fala alinhada com a sabedoria participa do bom plano de Deus e frequentemente traz bênçãos a quem a profere.
Em contraste, o desejo do traiçoeiro é a violência. A traição carrega a agressão em seu âmago. Mesmo onde a violência não é visível externamente, o apetite interior se inclina para a coerção, a manipulação e o dano. Este provérbio contrasta a fala frutífera do sábio com os desejos destrutivos do infiel.
Provérbios 13:2
2 Pelo fruto da sua boca, o homem comerá o bem, mas a alma dos prevaricadores comerá a violência.
13:2 significado explicação
O princípio revelado em Provérbios 13:2 por Salomão mostra que Pelo fruto da sua boca, o homem comerá o bem, mas a alma dos prevaricadores comerá a violência (v. 2). As palavras dão frutos. A fala não é uma atividade vazia, mas algo que produz consequências reais na vida de uma pessoa.
Aquele que usa a boca com sabedoria desfruta do bem, pois palavras verdadeiras, adequadas e graciosas tendem a construir confiança, paz e oportunidades. A boca pode se tornar uma fonte de vida, como Salomão já disse em outra passagem. A fala alinhada com a sabedoria participa do bom plano de Deus e frequentemente traz bênçãos a quem a profere.
Em contraste, o desejo do traiçoeiro é a violência. A traição carrega a agressão em seu âmago. Mesmo onde a violência não é visível externamente, o apetite interior se inclina para a coerção, a manipulação e o dano. Este provérbio contrasta a fala frutífera do sábio com os desejos destrutivos do infiel.