A riqueza tende a se traduzir em poder sobre os pobres, e o devedor se coloca nas mãos do credor.
Salomão expõe uma dura realidade econômica em Provérbios 22:7: O rico domina sobre os pobres; e quem toma emprestado servo é do que lhe empresta (v. 7). O versículo descreve o mundo como ele é.
A ideia de que os ricos dominam os pobres é uma observação, não uma aprovação. Salomão descreve como a riqueza tende a se traduzir em poder sobre aqueles que não a possuem. Ele não chama essa situação de justa; ele a chama de real. O versículo adverte os pobres sobre a rapidez com que a escassez econômica se transforma em subordinação social.
O devedor torna-se escravo do credor. O homem que toma emprestado coloca-se, em certo sentido, sob o domínio daquele que emprestou. O credor passa a ter o direito de exigir, impor prazos e pressionar. Salomão adverte repetidamente contra o endividamento alheio (Provérbios 6:1-5; 11:15). O versículo é um conselho sóbrio para qualquer pessoa tentada a resolver uma necessidade presente abrindo mão da liberdade futura.
Provérbios 22:7
7 O rico domina sobre os pobres; e quem toma emprestado servo é do que lhe empresta.
Provérbios 22:7 explicação
Salomão expõe uma dura realidade econômica em Provérbios 22:7: O rico domina sobre os pobres; e quem toma emprestado servo é do que lhe empresta (v. 7). O versículo descreve o mundo como ele é.
A ideia de que os ricos dominam os pobres é uma observação, não uma aprovação. Salomão descreve como a riqueza tende a se traduzir em poder sobre aqueles que não a possuem. Ele não chama essa situação de justa; ele a chama de real. O versículo adverte os pobres sobre a rapidez com que a escassez econômica se transforma em subordinação social.
O devedor torna-se escravo do credor. O homem que toma emprestado coloca-se, em certo sentido, sob o domínio daquele que emprestou. O credor passa a ter o direito de exigir, impor prazos e pressionar. Salomão adverte repetidamente contra o endividamento alheio (Provérbios 6:1-5; 11:15). O versículo é um conselho sóbrio para qualquer pessoa tentada a resolver uma necessidade presente abrindo mão da liberdade futura.