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Provérbios 26:20-21 explicação

Assim como o fogo se apaga sem lenha, a contenda se dissipa sem um interlocutor, enquanto o homem contencioso alimenta o conflito da mesma forma que o carvão e a lenha alimentam as chamas.

Esses versículos formam um conjunto de provérbios sobre o que alimenta o conflito: Por falta de lenha, apaga-se o fogo; e, onde não há mexeriqueiro, cessa a contenda (v. 20). Provérbios 26:20-21 usa a metáfora do fogo.

O fogo precisa de combustível, retire a lenha e o fogo se apaga, mesmo que estivesse queimando vigorosamente, essa imagem ilustra a física básica.

Onde não há mexeriqueiro, cessa a contenda. O fofoqueiro é aquele que leva informações inflamatórias de uma parte para a outra. Ele é a lenha que mantém as fogueiras sociais acesas. Remova-o da situação e a contenda fica sem combustível. Muitas disputas terminam por si mesmas assim que o fofoqueiro sai de cena. O versículo adverte o sábio a não se tornar esse fofoqueiro e a reconhecê-lo pelo que ele é quando aparecer.

O versículo seguinte continua a imagem do combustível: Como os carvões para as brasas e a lenha para o fogo, assim é o homem contencioso para acender rixas (v. 21). Salomão nomeia o equivalente humano do combustível.

Como os carvões para as brasas e a lenha para o fogo, alimentam uma combustão já existente. Eles pegam o que estava em brasa e o transformam em chamas. A imagem ilustra a facilidade com que o fogo se alastra quando há mais material disponível.

Um homem contencioso para acender rixas. O homem contencioso especializa-se em alimentar tensões já existentes. Ele chega no momento em que um conflito está se acalmando e encontra o novo comentário, a nova acusação, a pergunta inflamada que reacende as chamas. O versículo o identifica como um tipo reconhecível e adverte contra dar-lhe espaço para agir.