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Provérbios 26:7 explicação

Um provérbio na boca de um tolo é tão inútil quanto as pernas de um aleijado, presentes, mas incapazes de funcionar.

A sabedoria proferida pela pessoa errada torna-se a imagem em Provérbios 26:7: As pernas do coxo pendem frouxas, assim é a parábola na boca dos tolos (v. 7).

As pernas do coxo pendem frouxas, mesmo estando ainda presas a ele, simplesmente não funcionam. Permanecem penduradas sem cumprir sua função. A imagem mostra o equipamento presente, porém inoperante.

Assim é a parábola na boca dos tolos. O tolo pode conhecer os ditos corretos. Pode até citá-los nos momentos certos. Mas a sabedoria não funciona em sua vida. O provérbio permanece em sua boca sem cumprir o propósito para o qual foi criado, da mesma forma que as pernas do paralítico ficam penduradas sem sustentá-lo. O versículo adverte contra a suposição de que conhecer os ditos é o mesmo que vivê-los. Outra comparação aparece em Tiago 1:22: "Sejam praticantes da palavra, e não apenas ouvintes".