A soberania absoluta e o amor inabalável de Deus elevam aqueles que andam em Sua presença.
À medida que o Salmo 89:11-18 continua a exaltar o reinado do Senhor, vemos a seguinte declaração: Teus são os céus, também tua é a terra; o mundo e a sua plenitude, tu os fundaste (v. 11). Estas palavras nos lembram que Deus é o Criador e dono de tudo o que existe, tanto visível quanto invisível. O salmista então destaca o poder criador de Deus em todas as direções com: O Norte e o Sul, tu os criaste. O Tabor e o Hermom regozijam-se em teu nome (v. 12). O Monte Tabor está localizado na região da Baixa Galileia, em Israel, conhecido por seu formato característico de cúpula, se elevando cerca de 575 metros acima do nível do mar, enquanto o Monte Hermon fica na fronteira norte, atingindo mais de 2.743 metros de altitude e formando uma parte majestosa da paisagem. Ao mencionar essas montanhas específicas, o salmista pinta um quadro vívido de toda a criação se regozijando no domínio ilimitado de Deus.
Continuando a enfatizar a autoridade absoluta de Deus, o salmista proclama: Tens um braço armado de poder; forte é a tua mão, e elevada é a tua destra (v. 13). O poder de Deus não é meramente um conceito distante, mas uma força ativa e sustentadora que mantém a Sua criação. Porque o Seu trono está alicerçado na integridade, o salmista exulta: Justiça e equidade são o fundamento do teu trono, graça e verdade vão adiante de ti (v. 14). Tais atributos descrevem a essência do governo de Deus, revelando que o Seu reinado é sempre justo e benevolente. A humanidade floresce sob tal reinado, como se vê na alegre declaração: Feliz o povo que conhece o som de júbilo, que caminha, ó Jeová, na luz do teu rosto (v. 15). Este som de júbilo pode ser entendido tanto literal quanto espiritualmente — alinhado com a presença graciosa do Senhor, que proporciona esperança e confiança ao Seu povo.
O salmista então expande essa bênção, declarando: Em teu nome, regozijam-se de contínuo e, na tua justiça, são exaltados (v. 16). Ele sugere que a verdadeira exaltação se encontra em dar glória ao Senhor, em vez de buscar honra em nome próprio. O próprio Deus é a força e o favor do seu povo, pois o texto diz: Porquanto tu és a glória da sua força. No teu favor, será exaltado o nosso poder (v. 17). Essa ideia ressoa por toda a Escritura, encontrando seu cumprimento final em Jesus, que é a personificação da bondade e da verdade de Deus. Finalmente, o salmista conclui: Pois a Jeová pertence o nosso escudo, e, ao Santo de Israel, o nosso rei (v. 18). Escudo e rei apontam para o papel protetor e soberano de Deus, ecoando a promessa de uma realeza divina que guarda e abençoa aqueles que confiam nele.
Salmos 89:11-18
11 Teus são os céus, também tua é a terra; o mundo e a sua plenitude, tu os fundaste.
12 O Norte e o Sul, tu os criaste. O Tabor e o Hermom regozijam-se em teu nome.
13 Tens um braço armado de poder; forte é a tua mão, e elevada é a tua destra.
14 Justiça e equidade são o fundamento do teu trono, graça e verdade vão adiante de ti
15 Feliz o povo que conhece o som de júbilo, que caminha, ó Jeová, na luz do teu rosto.
16 Em teu nome, regozijam-se de contínuo e, na tua justiça, são exaltados,
17 porquanto tu és a glória da sua força. No teu favor, será exaltado o nosso poder.
18 Pois a Jeová pertence o nosso escudo, e, ao Santo de Israel, o nosso rei.
Salmo 89:11-18 explicação
À medida que o Salmo 89:11-18 continua a exaltar o reinado do Senhor, vemos a seguinte declaração: Teus são os céus, também tua é a terra; o mundo e a sua plenitude, tu os fundaste (v. 11). Estas palavras nos lembram que Deus é o Criador e dono de tudo o que existe, tanto visível quanto invisível. O salmista então destaca o poder criador de Deus em todas as direções com: O Norte e o Sul, tu os criaste. O Tabor e o Hermom regozijam-se em teu nome (v. 12). O Monte Tabor está localizado na região da Baixa Galileia, em Israel, conhecido por seu formato característico de cúpula, se elevando cerca de 575 metros acima do nível do mar, enquanto o Monte Hermon fica na fronteira norte, atingindo mais de 2.743 metros de altitude e formando uma parte majestosa da paisagem. Ao mencionar essas montanhas específicas, o salmista pinta um quadro vívido de toda a criação se regozijando no domínio ilimitado de Deus.
Continuando a enfatizar a autoridade absoluta de Deus, o salmista proclama: Tens um braço armado de poder; forte é a tua mão, e elevada é a tua destra (v. 13). O poder de Deus não é meramente um conceito distante, mas uma força ativa e sustentadora que mantém a Sua criação. Porque o Seu trono está alicerçado na integridade, o salmista exulta: Justiça e equidade são o fundamento do teu trono, graça e verdade vão adiante de ti (v. 14). Tais atributos descrevem a essência do governo de Deus, revelando que o Seu reinado é sempre justo e benevolente. A humanidade floresce sob tal reinado, como se vê na alegre declaração: Feliz o povo que conhece o som de júbilo, que caminha, ó Jeová, na luz do teu rosto (v. 15). Este som de júbilo pode ser entendido tanto literal quanto espiritualmente — alinhado com a presença graciosa do Senhor, que proporciona esperança e confiança ao Seu povo.
O salmista então expande essa bênção, declarando: Em teu nome, regozijam-se de contínuo e, na tua justiça, são exaltados (v. 16). Ele sugere que a verdadeira exaltação se encontra em dar glória ao Senhor, em vez de buscar honra em nome próprio. O próprio Deus é a força e o favor do seu povo, pois o texto diz: Porquanto tu és a glória da sua força. No teu favor, será exaltado o nosso poder (v. 17). Essa ideia ressoa por toda a Escritura, encontrando seu cumprimento final em Jesus, que é a personificação da bondade e da verdade de Deus. Finalmente, o salmista conclui: Pois a Jeová pertence o nosso escudo, e, ao Santo de Israel, o nosso rei (v. 18). Escudo e rei apontam para o papel protetor e soberano de Deus, ecoando a promessa de uma realeza divina que guarda e abençoa aqueles que confiam nele.