Apocalipse 16:3 descreve como a segunda taça do julgamento é derramada, transformando o mar em sangue e matando os animais que vivem nele.
Em Apocalipse 16:3, o apóstolo João revela o segundo dos sete julgamentos das taças que marcarão os julgamentos finais de Deus antes do fim da era atual. Ele descreve, derramou o segundo anjo a sua taça sobre o mar. O mar tornou—se em sangue como de um morto, e morreu toda alma vivente das que estavam no mar. (v.3).
Essa transição das pragas terrestres para este julgamento sobre o mar demonstra que nenhuma parte da criação permanece intocada quando a ira final de Deus é derramada. No mundo antigo, o mar era tanto uma fonte de vida quanto uma barreira entre as nações.
A palavra grega traduzida como "mar" significa corpo de água, e o contexto determina a qual corpo de água se refere. No Novo Testamento, refere—se principalmente ao lago que é o Mar da Galileia ou ao Mar Mediterrâneo. Este texto também poderia aplicar—se ao Mar Mediterrâneo, mas Apocalipse 20:13 afirma que "o mar entregou os mortos que nele havia", o que, em seu contexto, parece aplicar—se a toda a Terra. Visto que os juízos do Apocalipse aplicam—se a toda a Terra, esta declaração parece referir—se a todos os mares da Terra.
Quando João fala do sangue como o de um morto, ele pode estar se referindo a inúmeras coisas, já que o sangue de uma pessoa morta pode ser vermelho rosado, roxo azulado ou preto esverdeado, dependendo de há quanto tempo o cadáver está morto. O ponto principal parece ser: "Parece morte".
Este evento lembra a primeira praga no Egito, quando o Nilo se transformou em sangue (Êxodo 7:20-21). No entanto, enquanto a praga anterior se limitava a um rio, agora morreu toda alma vivente das que estavam no mar (v. 3). O próprio Jesus falou de uma era de grande agitação no cosmos que precederia Seu retorno:
“Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas, e sobre a terra haverá angústia das nações em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas, desfalecendo os homens de medo e pela expectação das coisas que sobreveem ao mundo; pois as potestades dos céus serão abaladas.” (Lucas 21:25-26)
Podemos obter uma pista desta declaração de Jesus quanto à origem desses eventos cataclísmicos na Terra: "os poderes dos céus serão abalados". A partir das visões registradas por João, sabemos que a estrutura de poder celestial está sendo abalada. Vimos em Apocalipse 12:12 que o céu se alegrou porque Satanás foi expulso de suas dependências. Na mesma passagem, os habitantes da Terra são alertados: "Ai", porque "o diabo desceu até vós, cheio de grande ira, sabendo que pouco tempo lhe resta".
Mas o céu físico também será profundamente perturbado. Além da previsão de Jesus sobre isso, vimos em Apocalipse 8:8-12 que haverá grandes perturbações cósmicas. Isso poderá afetar as marés e/ou causar um impacto direto, devastando os mares. Parece que haverá uma combinação de eventos naturais e sobrenaturais que se entrelaçarão para trazer este último e definitivo julgamento da Terra.
Apocalipse 16:3
3 Derramou o segundo anjo a sua taça sobre o mar. O mar tornou-se em sangue como de um morto, e morreu toda alma vivente das que estavam no mar.
Apocalipse 16:3 explicação
Em Apocalipse 16:3, o apóstolo João revela o segundo dos sete julgamentos das taças que marcarão os julgamentos finais de Deus antes do fim da era atual. Ele descreve, derramou o segundo anjo a sua taça sobre o mar. O mar tornou—se em sangue como de um morto, e morreu toda alma vivente das que estavam no mar. (v.3).
Essa transição das pragas terrestres para este julgamento sobre o mar demonstra que nenhuma parte da criação permanece intocada quando a ira final de Deus é derramada. No mundo antigo, o mar era tanto uma fonte de vida quanto uma barreira entre as nações.
A palavra grega traduzida como "mar" significa corpo de água, e o contexto determina a qual corpo de água se refere. No Novo Testamento, refere—se principalmente ao lago que é o Mar da Galileia ou ao Mar Mediterrâneo. Este texto também poderia aplicar—se ao Mar Mediterrâneo, mas Apocalipse 20:13 afirma que "o mar entregou os mortos que nele havia", o que, em seu contexto, parece aplicar—se a toda a Terra. Visto que os juízos do Apocalipse aplicam—se a toda a Terra, esta declaração parece referir—se a todos os mares da Terra.
Quando João fala do sangue como o de um morto, ele pode estar se referindo a inúmeras coisas, já que o sangue de uma pessoa morta pode ser vermelho rosado, roxo azulado ou preto esverdeado, dependendo de há quanto tempo o cadáver está morto. O ponto principal parece ser: "Parece morte".
Este evento lembra a primeira praga no Egito, quando o Nilo se transformou em sangue (Êxodo 7:20-21). No entanto, enquanto a praga anterior se limitava a um rio, agora morreu toda alma vivente das que estavam no mar (v. 3). O próprio Jesus falou de uma era de grande agitação no cosmos que precederia Seu retorno:
“Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas, e sobre a terra haverá angústia das nações em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas, desfalecendo os homens de medo e pela expectação das coisas que sobreveem ao mundo; pois as potestades dos céus serão abaladas.”
(Lucas 21:25-26)
Podemos obter uma pista desta declaração de Jesus quanto à origem desses eventos cataclísmicos na Terra: "os poderes dos céus serão abalados". A partir das visões registradas por João, sabemos que a estrutura de poder celestial está sendo abalada. Vimos em Apocalipse 12:12 que o céu se alegrou porque Satanás foi expulso de suas dependências. Na mesma passagem, os habitantes da Terra são alertados: "Ai", porque "o diabo desceu até vós, cheio de grande ira, sabendo que pouco tempo lhe resta".
Mas o céu físico também será profundamente perturbado. Além da previsão de Jesus sobre isso, vimos em Apocalipse 8:8-12 que haverá grandes perturbações cósmicas. Isso poderá afetar as marés e/ou causar um impacto direto, devastando os mares. Parece que haverá uma combinação de eventos naturais e sobrenaturais que se entrelaçarão para trazer este último e definitivo julgamento da Terra.