A Bíblia Diz Comentário sobre 1 Coríntios 1
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Paulo se identifica como apóstolo de Jesus e saúda a igreja de crentes de Corinto. O objetivo de Paulo neste capítulo é pôr fim às facções e disputas entre os coríntios, reconduzindo-os à sua identidade unificada em Jesus. Ele os lembra do papel de Deus em sua salvação, louvando a Deus e ao Senhor Jesus por todos os dons que Ele concedeu aos coríntios, enriquecendo suas vidas. Deus é fiel e chamou os coríntios para um relacionamento reconciliado com Ele, e é o retorno de Jesus que eles aguardam.
Tendo direcionado suas mentes para os bons dons que receberam de seu Deus fiel, Paulo os exorta a cessar as contendas entre si. Ele ouviu um relato de uma crente coríntia, Cloé, de que a igreja de Corinto estava dividida. Eles se separaram em facções, alguns alegando que Paulo era seu líder, ou Apolo, ou Cefas. Paulo os está instando a parar com esse absurdo. Ele lhes pergunta se Jesus está dividido. Claro que Jesus não está dividido. Paulo lhes pergunta por que deveriam brigar por causa de qual homem preferem. Paulo não morreu pelos pecados de ninguém. Ninguém foi batizado em nome de Paulo. Jesus, o Filho de Deus, é o seu salvador e Senhor. Esses crentes deveriam estar unidos em Jesus Cristo.
Paulo mostra aos coríntios como eles estão pensando como o mundo pensa, e como deveriam pensar como Deus pensa. Em vez de brigarem sobre qual apóstolo seguir, deveriam estar unidos no serviço ao eterno Jesus Cristo, o Filho de Deus. Para o mundo, parece insensato adorar alguém que morreu uma morte vergonhosa na cruz, mas os caminhos de Deus parecem insensatos para o homem caído. O mundo promove o seguimento de pessoas ricas e poderosas. Jesus não viveu uma vida rica ou poderosa. Deus não segue as expectativas dos humanos; Ele faz como quer, pois a verdadeira sabedoria e a verdade vêm Dele. Ao longo da história, Deus opera por meio de homens e mulheres que o mundo considera insignificantes e fracos para realizar grandes feitos em Seu reino. Ao fazerem isso, a glória é dada a Deus, e não alimenta o orgulho dos homens. Jesus é o exemplo máximo de alguém fraco envergonhando o forte ao ressuscitar dos mortos e reconciliar a humanidade com Deus.
Paulo se identifica como apóstolo de Jesus e saúda a igreja de crentes de Corinto. O objetivo de Paulo neste capítulo é pôr fim às facções e disputas entre os coríntios, reconduzindo-os à sua identidade unificada em Jesus, o único digno de glória. Paulo os lembra do papel de Deus em sua salvação, louvando a Deus e ao Senhor Jesus por todos os dons que Ele concedeu aos coríntios, enriquecendo suas vidas. Deus é fiel e chamou os coríntios para uma reconciliação com Ele, e é o retorno de Jesus que eles aguardam.
Tendo direcionado suas mentes para os bons dons que receberam de seu Deus fiel, Paulo os exorta a cessar as contendas entre si. Ele ouviu um relato de uma crente coríntia, Cloé, de que a igreja de Corinto estava dividida. Eles se separaram em facções, alguns alegando que Paulo era seu líder, ou Apolo, ou Cefas. Paulo os está instando a parar com esse absurdo. Ele lhes pergunta se Jesus está dividido. Claro que Jesus não está dividido. Paulo lhes pergunta por que deveriam brigar por causa de qual homem preferem. Paulo não morreu pelos pecados de ninguém. Ninguém foi batizado em nome de Paulo. Jesus, o Filho de Deus, é o seu salvador e Senhor. Esses crentes deveriam estar unidos em Jesus Cristo.
Paulo mostra aos coríntios como eles estão pensando como o mundo pensa, e como deveriam pensar como Deus pensa. Em vez de brigarem sobre qual apóstolo seguir, deveriam estar unidos no serviço ao eterno Jesus Cristo, o Filho de Deus. Para o mundo, parece insensato adorar alguém que morreu de forma vergonhosa na cruz, mas os caminhos de Deus parecem insensatos para o homem caído. O mundo promove o seguimento de pessoas ricas e poderosas. Jesus não viveu uma vida rica ou poderosa.
Deus não segue as expectativas dos humanos; Ele age como quer, pois a verdadeira sabedoria e a verdade vêm Dele. Ao longo da história, Deus opera por meio de homens e mulheres que o mundo considera insignificantes e fracos, realizando grandes feitos em Seu reino. Dessa forma, a glória é dada a Deus, e não alimenta o orgulho dos homens. Jesus é o exemplo máximo de alguém fraco envergonhando o forte ao ressuscitar dos mortos e reconciliar a humanidade com Deus.
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