Os planos malignos começam em um coração enganoso, mas aqueles que aconselham a paz experimentam uma alegria duradoura.
O contraste apresentado em Provérbios 12:20 por Salomão mostra que Engano há no coração dos que maquinam o mal, mas há gozo para os que aconselham a paz (v. 20). A essência da questão é, mais uma vez, o próprio coração. O planejamento maligno tem sua raiz na maldade interior.
Aqueles que tramam o mal não estão simplesmente enganados. A falsidade reside neles porque abraçaram a mentira como forma de ver e agir. Suas intenções são perversas antes mesmo de suas ações se tornarem visíveis. A maldade começa com a mentira para a realidade e para si mesmo.
Em contraste, os conselheiros da paz têm alegria. A sabedoria que promove a paz não é desprovida de alegria. Aqueles que aconselham em direção à reconciliação, à verdade e à harmonia compartilham da alegria que a paz produz, algo que Jesus menciona como beleza moral mais adiante nos Evangelhos (para saber mais sobre como a busca pela paz reflete o ensinamento de Cristo de que os pacificadores são bem-aventurados, leia nosso comentário sobre Mateus 5:9).
Provérbios 12:20
20 Engano há no coração dos que maquinam o mal, mas há gozo para os que aconselham a paz.
Provérbios 12:20 explicação
O contraste apresentado em Provérbios 12:20 por Salomão mostra que Engano há no coração dos que maquinam o mal, mas há gozo para os que aconselham a paz (v. 20). A essência da questão é, mais uma vez, o próprio coração. O planejamento maligno tem sua raiz na maldade interior.
Aqueles que tramam o mal não estão simplesmente enganados. A falsidade reside neles porque abraçaram a mentira como forma de ver e agir. Suas intenções são perversas antes mesmo de suas ações se tornarem visíveis. A maldade começa com a mentira para a realidade e para si mesmo.
Em contraste, os conselheiros da paz têm alegria. A sabedoria que promove a paz não é desprovida de alegria. Aqueles que aconselham em direção à reconciliação, à verdade e à harmonia compartilham da alegria que a paz produz, algo que Jesus menciona como beleza moral mais adiante nos Evangelhos (para saber mais sobre como a busca pela paz reflete o ensinamento de Cristo de que os pacificadores são bem-aventurados, leia nosso comentário sobre Mateus 5:9).