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Provérbios 20:2 explicação

A ira de um rei é tão perigosa quanto o rugido de um leão, e os sábios aprendem a não provocar um poder do qual não podem escapar.

Salomão volta-se então para a autoridade real em Provérbios 20:2: Como o bramido do leão, é o terror do rei; quem o irrita peca contra a sua vida (v. 2). A imagem é quase idêntica à de Provérbios 19:12 e trata a ira de um rei como uma força que o sábio aprende a interpretar.

O terror de um rei é comparado ao rugido de um leão porque ambos carregam o efeito prático de uma ameaça avassaladora em curta distância. Uma pessoa sábia não finge que a ameaça não existe. Ela reconhece que não se pode dar ao luxo de provocar um poder do qual não se pode escapar, e esse reconhecimento é, em si, uma forma de sabedoria.

Provocá-lo à ira por uma ofensa trivial significa perder uma vida que a mera discrição teria preservado. Salomão ensina o aluno a discernir quando a moderação é sabedoria e quando é covardia. Interpretar corretamente a autoridade faz parte da maturidade moral, e não apenas da sobrevivência política.