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Provérbios 21:25-26 explicação

O preguiçoso morre por um apetite que suas mãos se recusam a satisfazer, enquanto o justo vive voltado para o próximo, em constante generosidade.

Uma imagem conjunta do preguiçoso e do justo se desenvolve em Provérbios 21:25-26: O desejo do preguiçoso o mata, porque as suas mãos recusam trabalhar. Todo o dia ele passa a cobiçar, mas o justo dá e não retém (v. 25-26). Os versículos são complementares e devem ser lidos em conjunto.

O preguiçoso não morre por infortúnios externos, mas sim pelo seu próprio apetite. Ele deseja; suas mãos se recusam a trabalhar; portanto, ele é consumido por uma ânsia insaciável. Em contraste, o justo dá e não retém nada.

A vida do homem justo é orientada para fora, para aquilo que ele pode oferecer aos outros, enquanto a vida do preguiçoso é orientada inteiramente para dentro, em torno de suas próprias necessidades não satisfeitas. Salomão é perspicaz aqui: uma vida de desejo perpétuo não é apenas improdutiva; é, em última análise, fatal.