Não argumente como o tolo, ou você se tornará como ele. Contudo, o tolo às vezes precisa ser respondido diretamente quando seu autoengano precisa ser corrigido.
Uma famosa instrução em pares aparece em Provérbios 26:4-5: Não respondas ao louco segundo a sua loucura, para que não te faças semelhante a ele (v. 4).
O ditado não respondas ao louco segundo a sua loucura explica que, quando o tolo argumenta, brinca, zomba ou vocifera, o sábio é tentado a entrar na mesma discussão. Salomão adverte contra isso, responder à argumentação do tolo é rebaixar-se ao seu nível.
Para que não te faças semelhante a ele. O custo de se envolver nos termos do tolo está se tornando, mesmo que brevemente, indistinguível do dele. O versículo exorta o sábio a manter-se firme. O versículo seguinte abordará o caso oposto, e os dois juntos formam uma instrução completa: Responde ao louco segundo a sua loucura, para que ele não seja sábio aos seus olhos (v. 5).
Responde ao louco segundo a sua loucura. Há momentos em que a tolice do tolo deve ser exposta por meio de uma resposta direta. O silêncio nesses momentos permite que ele confunda silêncio com concordância.
A razão é dada: para que ele não seja sábio aos seus olhos. O perigo específico do tolo é concluir que sua tolice é sabedoria porque ninguém o corrigiu. A resposta precisa do sábio impede essa conclusão. Juntos, os dois versículos ensinam uma sábia ponderação: recuse-se a entrar no modo de argumentação do tolo, mas fale para expor sua tolice quando seu autoengano assim o exigir. Situações diferentes requerem respostas diferentes, e o sábio deve discernir qual é qual.
Provérbios 26:4-5
4 Não respondas ao louco segundo a sua loucura, para que não te faças semelhante a ele.
5 Responde ao louco segundo a sua loucura, para que ele não seja sábio aos seus olhos.
Provérbios 26:4-5 explicação
Uma famosa instrução em pares aparece em Provérbios 26:4-5: Não respondas ao louco segundo a sua loucura, para que não te faças semelhante a ele (v. 4).
O ditado não respondas ao louco segundo a sua loucura explica que, quando o tolo argumenta, brinca, zomba ou vocifera, o sábio é tentado a entrar na mesma discussão. Salomão adverte contra isso, responder à argumentação do tolo é rebaixar-se ao seu nível.
Para que não te faças semelhante a ele. O custo de se envolver nos termos do tolo está se tornando, mesmo que brevemente, indistinguível do dele. O versículo exorta o sábio a manter-se firme. O versículo seguinte abordará o caso oposto, e os dois juntos formam uma instrução completa: Responde ao louco segundo a sua loucura, para que ele não seja sábio aos seus olhos (v. 5).
Responde ao louco segundo a sua loucura. Há momentos em que a tolice do tolo deve ser exposta por meio de uma resposta direta. O silêncio nesses momentos permite que ele confunda silêncio com concordância.
A razão é dada: para que ele não seja sábio aos seus olhos. O perigo específico do tolo é concluir que sua tolice é sabedoria porque ninguém o corrigiu. A resposta precisa do sábio impede essa conclusão. Juntos, os dois versículos ensinam uma sábia ponderação: recuse-se a entrar no modo de argumentação do tolo, mas fale para expor sua tolice quando seu autoengano assim o exigir. Situações diferentes requerem respostas diferentes, e o sábio deve discernir qual é qual.