Que a boca de outro homem o elogie, de preferência a boca de um estranho em vez da sua própria.
O instinto de se elogiar é o foco de Provérbios 27:2: Seja outro o que te louve, e não a tua boca; seja um estrangeiro, e não os teus lábios (v. 2).
O elogio que vem de outra pessoa tem peso. O elogio que vem da própria boca não tem nenhum. O sábio compreende essa assimetria e se recusa a gastar palavras consigo mesmo.
O versículo se intensifica com seja um estrangeiro, e não os teus lábios. Melhor ainda do que o elogio de um amigo ou familiar é o elogio de um estranho, alguém sem obrigação de bajular. O elogio do estranho é uma leitura mais livre da pessoa e, portanto, mais confiável. Isso pode ser comparado com 2 Coríntios 10:18: "Pois não é aprovado aquele que se recomenda a si mesmo, mas aquele que o Senhor recomenda". A verdadeira reputação surge sem que a pessoa a impulsione.
Provérbios 27:2
2 Seja outro o que te louve, e não a tua boca; seja um estrangeiro, e não os teus lábios.
Provérbios 27:2 explicação
O instinto de se elogiar é o foco de Provérbios 27:2: Seja outro o que te louve, e não a tua boca; seja um estrangeiro, e não os teus lábios (v. 2).
O elogio que vem de outra pessoa tem peso. O elogio que vem da própria boca não tem nenhum. O sábio compreende essa assimetria e se recusa a gastar palavras consigo mesmo.
O versículo se intensifica com seja um estrangeiro, e não os teus lábios. Melhor ainda do que o elogio de um amigo ou familiar é o elogio de um estranho, alguém sem obrigação de bajular. O elogio do estranho é uma leitura mais livre da pessoa e, portanto, mais confiável. Isso pode ser comparado com 2 Coríntios 10:18: "Pois não é aprovado aquele que se recomenda a si mesmo, mas aquele que o Senhor recomenda". A verdadeira reputação surge sem que a pessoa a impulsione.