Um homem satisfeito detesta mel, mas um homem faminto acha até mesmo a comida amarga doce.
Em Provérbios 27:7, são contrastados dois tipos de apetite, mostrando como o apetite altera o sabor de tudo: A alma farta pisa ao favo de mel, mas para o faminto todo amargo é doce (v. 7).
A alma farta pisa ao favo de mel. O homem com o estômago cheio já não reage nem mesmo à comida mais doce. O que antes era uma iguaria torna-se nauseante porque não há espaço para isso.
Para o faminto todo amargo é doce. O homem faminto, por outro lado, considera até mesmo a comida desagradável bem-vinda. A fome transforma sua percepção do paladar. O versículo menciona um princípio real que vai além da comida. A mesma bondade oferecida a alguém que tem em abundância produz pouca retribuição. A mesma bondade oferecida a alguém necessitado é valorizada por anos. O sábio ajusta sua generosidade à condição real do destinatário.
Provérbios 27:7
7 A alma farta pisa ao favo de mel, mas para o faminto todo amargo é doce.
Provérbios 27:7 explicação
Em Provérbios 27:7, são contrastados dois tipos de apetite, mostrando como o apetite altera o sabor de tudo: A alma farta pisa ao favo de mel, mas para o faminto todo amargo é doce (v. 7).
A alma farta pisa ao favo de mel. O homem com o estômago cheio já não reage nem mesmo à comida mais doce. O que antes era uma iguaria torna-se nauseante porque não há espaço para isso.
Para o faminto todo amargo é doce. O homem faminto, por outro lado, considera até mesmo a comida desagradável bem-vinda. A fome transforma sua percepção do paladar. O versículo menciona um princípio real que vai além da comida. A mesma bondade oferecida a alguém que tem em abundância produz pouca retribuição. A mesma bondade oferecida a alguém necessitado é valorizada por anos. O sábio ajusta sua generosidade à condição real do destinatário.