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Jó 4:1-6 registra a resposta de Elifaz, amigo de Jó, à tristeza deste. Ele pede a Jó que o ouça, pois pode ajudá-lo. Jó já fora reverenciado e procurado por sua sabedoria. Ele aconselhava outros para o bem deles e ajudava muitas pessoas com seus problemas. Mas agora, em meio à crise, Jó se mostrava desistindo com muita facilidade. Elifaz o repreende por se desesperar em vez de temer a Deus e fazer o que fosse necessário para resolver seus próprios problemas.
Em Jó 4:7-11, Elifaz descreve o mundo de forma simplista demais. Ele acredita que tudo funciona de acordo com uma relação de causa e efeito previsível e consistente. As pessoas boas não sofrem perdas ou destruição. Somente aqueles que praticam o mal enfrentarão problemas. Como Deus é justo, Ele punirá os malfeitores. Por exemplo, os leões são temíveis e fortes, mas Deus pode lhes tirar a fonte de alimento e eles sucumbem. Deus pune o mal e recompensa o bem. Mas Elifaz está errado. A justiça de Deus nem sempre se manifesta em nossa vida, embora Ele vá julgar a todos em última instância. E Jó é um homem justo, mesmo assim, ele sofre.
Jó 4:12-21 continua o conselho de Elifaz a Jó. Ele conta a Jó que teve uma revelação sobrenatural que valida seu conselho. Na passagem anterior, ele apelou para suas observações do mundo, e agora reforça suas afirmações com alegações de mensagens divinas. Um espírito o visitou e falou sobre como Deus não confia no homem, que Ele não confia nem mesmo em Seus servos, criticando os anjos. Deus nos despreza, porque somos frágeis.
O amigo de Jó, Elifaz, responde à tristeza de Jó. Ele pede a Jó que o ouça, pois pode ajudá-lo. Jó já foi reverenciado e procurado por sua sabedoria. Ele aconselhava os outros para o bem deles e ajudava muitas pessoas com seus problemas. Mas agora que Jó está em crise, ele está desistindo com muita facilidade. Elifaz o repreende por se desesperar em vez de temer a Deus e fazer o que precisa ser feito para resolver seus próprios problemas.
Elifaz descreve o mundo de forma simplista demais. Ele acredita que tudo funciona de acordo com uma relação de causa e efeito previsível e consistente. As pessoas boas não sofrem perdas ou destruição. Somente aqueles que praticam o mal enfrentarão problemas. Como Deus é justo, Ele punirá os malfeitores. Por exemplo, os leões são temíveis e fortes, mas Deus pode lhes tirar a fonte de alimento e eles sucumbem. Deus pune o mal e recompensa o bem. Mas Elifaz está errado. A justiça de Deus nem sempre se manifesta em nossa vida, embora Ele vá julgar a todos. E Jó é um homem justo, mesmo assim, ele sofre.
Elifaz conta a Jó que teve uma revelação sobrenatural que valida seus conselhos. Na passagem anterior, ele se baseou em suas observações do mundo, e agora reforça suas afirmações com alegações de mensagens divinas. Um espírito o visitou e falou sobre como Deus não confia no homem, que Ele não confia nem mesmo em Seus servos, criticando os anjos. Deus nos despreza, porque somos frágeis.
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