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Lucas 6:1-5 explicação

Lucas narra o primeiro de dois confrontos entre Jesus e os fariseus. Quem está no comando do sábado: Jesus ou os fariseus?

Lucas 6:6-11 explicação

Lucas narra o segundo confronto entre Jesus e os fariseus sobre a questão da autoridade sobre o sábado. Os fariseus armaram uma armadilha para Jesus relacionada à cura da mão ressequida de um homem no sábado.

Lucas 6:12-16 explicação

Jesus escolhe aos doze discípulos

Lucas 6:17-19 explicação

Depois de passar a noite inteira em oração no monte e escolher Seus doze discípulos no dia seguinte, Jesus desceu para se reunir com a grande multidão reunida. Jesus realiza milagres de cura física e expulsa demônios.

Lucas 6:20 explicação

Jesus começa a ensinar Seus discípulos em uma seção comumente chamada de “Sermão da Montanha” ou, às vezes, “Sermão da Planície”. Para descrever os cidadãos de Seu Reino, Jesus repete a palavra “Bem—aventurados” (“Makarios”) — uma sensação total de realização.

Lucas 6:21 explicação

A segunda declaração de Jesus foca no caminho para alcançar e desejar a harmonia e a justiça social. Sua terceira declaração foca no choro como expressão de arrependimento.

Lucas 6:22-23 explicação

A declaração final de Jesus em Macário trata da perseguição justa. Jesus reitera esse ponto ao dizer aos Seus discípulos que Deus os recompensará por sua vida justa diante da perseguição.

Lucas 6:27-28 explicação

Jesus oferece e ordena uma visão radicalmente diferente do amor daquela oferecida pelo mundo.

Lucas 6:29-30 explicação

Jesus inverte o sistema mundial de "justiça". Ele diz aos Seus discípulos para buscarem oportunidades de servir, em vez de buscarem oportunidades de cobrar o preço sob a letra da lei.

Lucas 6:31 explicação

Jesus ordena aos Seus discípulos que, em todas as circunstâncias, tratem as pessoas da mesma forma que queremos que elas nos tratem. Este é um resumo de tudo o que Ele tem ensinado ao longo do Seu Sermão.

Lucas 6:32-35 explicação

Jesus oferece e ordena uma visão radicalmente diferente do amor daquela oferecida pelo mundo.

Lucas 6:36 explicação

Jesus resume e ordena o padrão de caráter daqueles que estão em Seu reino.

Lucas 6:37-38 explicação

Jesus ensina Seus discípulos a não julgar os outros, pois serão julgados de acordo com o mesmo padrão que usam para criticar os outros. Por outro lado, Jesus promete que, se derem, receberão na mesma medida.

Lucas 6:39-40 explicação

Jesus conta duas parábolas aos seus discípulos. Uma aparentemente se refere a outros mestres religiosos, provavelmente os fariseus, e a segunda fala sobre o relacionamento dos discípulos com seu mestre, Jesus.

Lucas 6:41-42 explicação

Jesus ensina Seus discípulos a não julgarem os outros, pois serão julgados de acordo com o mesmo padrão que usam para criticar os outros. Ele ilustra esse ponto com a imagem humorística de um homem com uma trave saindo do olho, tentando ajudar a tirar um cisco do olho do irmão.

Lucas 6:43-45 explicação

Jesus compartilha uma analogia com uma árvore frutífera para mostrar a relação entre as palavras de um homem e seu coração. As palavras revelam o coração para nossa glória ou vergonha.

Lucas 6:46 explicação

Jesus denuncia a hipocrisia entre aqueles que O chamam de “Senhor” e não fazem o que Ele ordena.

Lucas 6:47-49 explicação

Dando continuidade ao Seu ensinamento sobre a consistência do coração interior e da ação exterior, Jesus compara dois homens e suas escolhas. O homem que leva Seus ensinamentos a sério é como alguém que constrói uma casa que resistirá à tempestade que se aproxima.


O capítulo 6 de Lucas começa com Jesus e seus discípulos viajando por campos de cereais na região da Galileia, uma área no norte de Israel caracterizada por terras férteis e banhada pelo Mar da Galileia. Esse território estava sob o domínio de Herodes Antipas (4 a.C.—39 d.C.), filho de Herodes, o Grande. Quando alguns fariseus criticaram os discípulos por colherem espigas no sábado, Jesus usou o exemplo de Davi (1 Samuel 21:1-6) para ilustrar que cuidar das necessidades humanas supera o legalismo estrito. Ele declarou: "O Filho do Homem é Senhor do sábado" (Lucas 6:5), mostrando que Ele detém autoridade até mesmo sobre tradições sagradas. Pouco depois, em uma sinagoga, em outro sábado, Jesus curou um homem com a mão ressequida, enfatizando novamente que fazer o bem e salvar vidas é o cerne da intenção de Deus para o sábado.

Após esses eventos, Jesus subiu a um monte para orar, uma prática comum que demonstra Sua dependência do Pai. De lá, Ele escolheu doze apóstolos, estabelecendo um grupo central de discípulos que seriam incumbidos de espalhar Sua mensagem (Lucas 6:12-16). Esse momento marca um ponto crucial no ministério de Jesus, pois esses homens mais tarde se tornariam as principais testemunhas de Sua morte e ressurreição. Sua seleção também se conecta à magnitude mais ampla do plano de Deus, revelando como Jesus deu continuidade ao padrão de formar um grupo especial de líderes para guiar Seu povo, reminiscente das doze tribos de Israel sob Jacó (Gênesis 35:22b—26).

Lucas 6, então, reconta o ensinamento de Jesus conhecido como o "Sermão da Planície", que é paralelo ao Sermão da Montanha no Evangelho de Mateus (Mateus 5-7). Jesus proferiu uma série de bênçãos e desgraças, proclamando: "Bem—aventurados vós, os pobres, porque vosso é o reino de Deus" (Lucas 6:20). Ele também ensinou mandamentos contraculturais que desafiavam os ouvintes a "amar os vossos inimigos, fazer o bem aos que vos odeiam" (Lucas 6:27). Ao fazê—lo, Jesus revelou a natureza do reino de Deus como aquele que enfatiza o amor genuíno, a misericórdia e o perdão acima da mera observância de regras externas. Esses ensinamentos ecoam os apelos dos profetas no Antigo Testamento para cuidar dos oprimidos e demonstrar o caráter compassivo de Deus (Miquéias 6:8).

O capítulo conclui com uma ilustração vívida que compara aqueles que ouvem as palavras de Jesus e as praticam a uma pessoa que constrói uma casa com alicerces firmes (Lucas 6:47-49). Esse ensinamento lembra aos crentes que seguir a Cristo deve afetar todas as áreas da vida: pensamentos, ações e relacionamentos. No contexto do Evangelho de Lucas, ele destaca o tema de que a fé autêntica em Jesus é demonstrada por meio da obediência e do amor. À medida que a narrativa avança, Lucas continua a destacar como Jesus, em consonância com o grande plano redentor de Deus, chama as pessoas ao arrependimento, à aceitação da mensagem divina da graça e à vida no poder de Seu reino transformador.

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