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Atos 26:1-8 explicação

Atos 26:1-8 relata como, enquanto estava preso em Cesareia, Paulo começou a contar ao rei Agripa II e ao governador Festo sobre sua história. Ele demonstra respeito a Agripa por seu vasto conhecimento do judaísmo e pede que lhe conceda tempo suficiente para dar seu testemunho. Paulo começou como um fariseu ambicioso em Jerusalém, vivendo em estrita obediência aos costumes farisaicos. Paulo conhecia as Escrituras Hebraicas tão bem quanto qualquer especialista. Ele explica que foi julgado simplesmente por crer no que Deus prometeu. Paulo crê que Deus ressuscitou Jesus dentre os mortos e desafia seus ouvintes a refletirem sobre por que consideram isso inacreditável.

Atos 26:9-18 explicação

Atos 26:9-18 continua a defesa de Paulo, afirmando que ele se convenceu de que estava certo em atacar os seguidores de Jesus. Com o apoio e a autorização da liderança judaica, Paulo perseguiu os cristãos em Jerusalém. Ele prendeu crentes e votou por suas execuções. Invadiu sinagogas e tentou fazer com que os crentes renegassem sua fé. Então, ao viajar para Damasco, na Síria, para encontrar refugiados cristãos, Paulo viu uma luz do céu. Jesus falou com ele através daquela luz, perguntando—lhe por que estava em inimizade com o Filho de Deus e resistindo ao chamado de Deus. Jesus designou Paulo para ser Seu servo, para pregar o evangelho e trazer os gentios das trevas para a luz, do pecado para o perdão de Deus, para que pudessem participar da herança de Cristo.

Atos 26:19-23 explicação

Atos 26:19-23 mostra que Paulo obedeceu à voz de Jesus. Ele não perseguia mais os crentes. Pregava o evangelho de Cristo aonde quer que fosse: Damasco, Jerusalém, Judeia e aos gentios por todo o Império Romano. É por isso que alguns judeus o atacaram, por isso que ele foi preso e processado. Deus ajudou Paulo, para que ele pudesse continuar pregando a todas as pessoas, de todas as classes sociais, que as promessas de Deus nas Escrituras se cumpriram em Jesus. Era plano de Deus que Jesus morresse e ressuscitasse, para abrir o caminho para que todos, judeus e gentios, fossem perdoados e recebessem a vida eterna.

Atos 26:24-32 explicação

Atos 26:24-32 mostra que Festo está perplexo com o testemunho de Paulo. Ele o interrompe, preocupado que Paulo tenha enlouquecido por ter estudado profecias demais por muito tempo. Paulo responde educadamente que está perfeitamente são e que fala a verdade racional e real. Em seguida, ele faz a pergunta a Agripa II. Agripa II sabe sobre Jesus e seus seguidores; nada disso aconteceu em segredo. Paulo sabe que o rei acredita nas promessas de Deus encontradas nas Escrituras. Agripa II crê em Cristo? Agripa II responde a Paulo com ambivalência quanto a se tornar cristão. Paulo diz que deseja que todos que ouçam sua mensagem creiam.


Paulo é recebido por governadores, reis, princesas, comandantes militares e pessoas influentes de Cesareia. Eles se reúnem no auditório para ouvi—lo.

Paulo começa a contar ao rei Agripa II e a Festo sobre sua história. Ele demonstra respeito a Agripa por seu vasto conhecimento do judaísmo e pede que lhe conceda tempo suficiente para dar seu testemunho. Paulo começou como um fariseu ambicioso em Jerusalém, vivendo em estrita obediência aos costumes farisaicos. Paulo conhece as Escrituras Hebraicas tão bem quanto qualquer outro especialista. Ele explica que está sendo julgado simplesmente por acreditar no que Deus prometeu. Paulo crê que Deus ressuscitou Jesus dentre os mortos e desafia seus ouvintes a refletirem sobre por que consideram isso inacreditável.

Quando a igreja estava começando a crescer, Paulo se convenceu de que tinha razão em atacar os seguidores de Jesus. Com o apoio e a autorização dos sumos sacerdotes, Paulo perseguiu os cristãos em Jerusalém. Ele prendeu crentes e votou por suas execuções. Invadiu sinagogas e tentou fazer com que os crentes renegassem sua fé. Então, ao viajar para Damasco, na Síria, para encontrar refugiados cristãos, Paulo viu uma luz do céu. Jesus falou com ele daquela luz, perguntando—lhe por que estava em inimizade com o Filho de Deus e resistindo ao chamado de Deus. Jesus designou Paulo para ser Seu servo, para pregar o evangelho e trazer os gentios das trevas para a luz, do pecado para o perdão de Deus, para que pudessem participar da herança de Cristo.

Paulo obedeceu à voz de Jesus. Ele deixou de perseguir os crentes. Pregou o evangelho de Cristo por onde passou: Damasco, Jerusalém, Judeia e aos gentios por todo o Império Romano. Foi por isso que alguns judeus o atacaram, e por isso ele foi preso e processado. Deus o ajudou, para que ele pudesse continuar pregando a todos, de todas as classes sociais, que as promessas de Deus nas Escrituras se cumpriram em Jesus. Era plano de Deus que Jesus morresse e ressuscitasse, para abrir o caminho para que todos, judeus e gentios, fossem perdoados e recebessem a vida eterna.

Festo não aceita o testemunho de Paulo. É—lhe demasiado bizarro. Interrompe—o, preocupado que Paulo tenha enlouquecido por ter estudado profecias em demasia por muito tempo. Paulo responde educadamente que está perfeitamente são e que fala a verdade racional e real. Em seguida, dirige a questão a Agripa II. Agripa II sabe sobre Jesus e os seus seguidores; nada disso aconteceu em segredo. Paulo sabe que o rei acredita nas promessas de Deus encontradas nas Escrituras. Agripa II crê em Cristo? Responde a Paulo com ambivalência quanto à conversão ao cristianismo. Paulo diz que deseja que todos os que ouvem a sua mensagem creiam.

A audiência termina. Agripa II comenta em particular com Festo e os outros oficiais que Paulo deveria ser um homem livre; ele é claramente inocente de qualquer crime real. Mas Paulo apelou para César, e nada pode reverter essa decisão.

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