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Lucas 1:57-66 explicação

Lucas 1:57-66 descreve como Isabel dá à luz um filho, e seus vizinhos e parentes se alegram com ela, reconhecendo a grande misericórdia do Senhor. Oito dias depois, quando chega a hora de dar o nome à criança, Zacarias confirma por escrito que seu nome será João, em obediência à mensagem do anjo. Imediatamente, a boca de Zacarias se abriu, ele começou a falar em louvor a Deus, e grande temor tomou conta de todos os que testemunharam esses acontecimentos.

Não há relatos paralelos aparentes no Evangelho de Lucas 1:57-66.

Em Lucas 1:57-66, Isabel milagrosamente dá à luz um filho em sua velhice, e quando Zacarias confirma o nome divinamente designado "João", sua língua é imediatamente solta após meses de silêncio, causando medo e admiração por toda a região montanhosa enquanto as pessoas se maravilhavam com o que essa criança poderia se tornar.

Logo após o anjo Gabriel anunciar a Maria que o Espírito Santo viria sobre ela e que ela milagrosamente conceberia e daria à luz o Messias e Filho de Deus (Lucas 1:26-38), ela deixou sua casa em Nazaré (localizada no distrito norte da Galileia) e viajou para a região montanhosa de Judá, nos arredores de Jerusalém, para visitar sua prima idosa, Isabel, que também estava milagrosamente grávida de seu único filho (Lucas 1:39-40).

Isabel já estava grávida de seis meses quando Maria foi visitá-la. (Lucas 1:26).

Maria permaneceu com Isabel por "cerca de três meses" antes de retornar para sua casa em Nazaré (Lucas 1:56) isso significava que, quando Maria voltou para casa, Isabel já estava grávida de nove meses e já havia chegado ao fim do seu período gestacional.

O Nascimento de João Batista (v.58-59)
Chegado o tempo de dar à luz, Isabel teve um filho. (v.57).

Quando Isabel deu à luz, ela deu à luz um filho.

Seu filho bebê seria conhecido como “João Batista” e João era o precursor prometido do Messias (Isaías 40:3, Malaquias 3:1, 4:5-6, Lucas 1:17).

O bebê deles foi o primeiro filho do casal de idosos e, inacreditavelmente, João nasceu de Isabel e Zacarias quando "ambos já eram avançados em anos" (Lucas 1:7). A expressão "de idade avançada" (Lucas 1:7) significa que tanto Isabel quanto o marido já estavam bem além da idade normal para ter filhos.

Até então, Isabel era considerada “estéril” (Lucas 1:7, 36), porque ela e seu marido não tinham conseguido ter filhos.

O nascimento de um filho de Isabel foi o cumprimento do que o anjo Gabriel disse ao seu marido que aconteceria. Enquanto Zacarias oferecia incenso no templo, Gabriel apareceu e disse: “Isabel, tua mulher, te dará à luz um filho…” (Lucas 1:13).

Como Zacarias, marido de Isabel, era sacerdote na ordem de Abias (Lucas 1:5) e Gabriel anunciou que sua esposa teria um filho durante o período de serviço de Zacarias, é possível que Isabel tenha dado à luz João próximo à Páscoa. Essa data seria significativa, pois os judeus associam o precursor messiânico ao profeta Elias (Malaquias 4:5-6) e acreditam que Elias retornará na Páscoa para anunciar a chegada iminente do Messias.

Até hoje, durante O Seder de Páscoa, os judeus servem uma taça de vinho para Elias, em antecipação à sua vinda.

João foi o precursor messiânico que veio no poder de Elias (Lucas 1:17). Nas palavras de Jesus, o Messias: “Elias já veio, e não o conheceram” (Mateus 17:12).

Para saber mais sobre o momento significativo do nascimento de João, veja o artigo A Bíblia Diz: “As festas judaicas da Páscoa, do Hanukkah e dos Tabernáculos testemunham o nascimento do Messias?”

O nascimento do filho de Isabel e Zacarias foi motivo de muita comemoração.

Os seus vizinhos e parentes, sabendo da grande misericórdia que o Senhor manifestara para com ela, participavam do seu regozijo (v.58).

Esta celebração também foi o cumprimento da promessa do anjo a Zacarias:

“Terás gozo e alegria, e muitos se regozijarão com o seu nascimento.”
(Lucas 1:14)

Quando os vizinhos e parentes de Isabel souberam que ela havia dado à luz um filho, alegraram-se com ela. Eles celebraram não apenas o nascimento de uma criança, mas também a grande misericórdia que o Senhor lhe havia demonstrado, permitindo-lhe ter um filho na velhice.

Na antiga cultura judaica, a esterilidade era frequentemente vista como uma fonte de vergonha pessoal e de reprovação social, sobretudo para as mulheres (1 Samuel 1:5-11). Ter filhos era considerado uma bênção fundamental de Deus e um sinal do Seu favor (Salmo 127:3-5). A capacidade da mulher de gerar filhos estava diretamente ligada à sua identidade, dignidade e legado, especialmente em uma sociedade em que a linhagem e a herança eram de importância primordial (Gênesis 30:23).

Sem filhos, uma mulher poderia sentir-se marginalizada socialmente. Algumas mulheres estéreis eram até vistas com suspeita espiritual ou consideradas pecadoras, uma vez que a infertilidade era, por vezes, interpretada como um castigo divino (Levítico 20:20-21).

Isabel sentiu a dor de não ter filhos e a marginalização da esterilidade por muitos anos. Sabemos disso porque, depois de engravidar de João, ela se maravilhou:

“Assim me fez o Senhor nos dias em que ele pôs os olhos sobre mim, para acabar com o meu opróbrio entre os homens.”
(Lucas 1:25)

Em hebraico, o nome João significa: "O SENHOR é gracioso" ou "o SENHOR mostrou favor". Deus foi gracioso e misericordioso ao permitir que Isabel tivesse um filho em sua velhice e Deus também estava mostrando favor a Israel ao enviar João, que anunciaria a vinda do Messias.

Isabel se alegrou com o nascimento do filho e seus vizinhos e parentes se alegraram com ela, porque, de forma extraordinária e misericordiosa, Deus finalmente lhe permitiu dar à luz na velhice.

A circuncisão e a nomeação de João (v.59-63)
Na cultura judaica antiga, a linhagem familiar e o nome da família eram preservados por meio dos filhos primogênitos (Deuteronômio 25:6). Isso significa que o fato de Isabel dar à luz um filho teria sido motivo de alegria ainda maior, pois assim a linhagem de Zacarias poderia seguir adiante.

Zacarias não era apenas um sacerdote judeu, mas ele e Isabel “ambos eram justos diante de Deus, andando irrepreensíveis em todos os mandamentos e preceitos do Senhor” (Lucas 1:6).

De acordo com a Aliança de Deus com Abraão e a Lei de Moisés, os bebês do sexo masculino devem ser circuncidados oito dias após o nascimento (Gênesis 17:12, Levítico 12:3). A circuncisão é a remoção do prepúcio e era vista como um sinal de inclusão na aliança abraâmica entre Deus e Seu povo (Gênesis 17:12).

No oitavo dia, vieram circuncidar o menino (v.59a).

Zacarias e Isabel cumpriram fielmente a ordem de circuncidar seu filho no oitavo dia de vida.

O pronome "eles" no versículo 59 e em toda esta seção das escrituras se refere aos vizinhos e parentes de Zacarias e Isabel.

Na antiga cultura judaica, havia uma cerimônia para circuncidar a criança. Esse rito, que celebrava a inclusão do recém-nascido na aliança abraâmica, geralmente ocorria na casa da família, não na sinagoga ou no templo. Vizinhos e parentes dirigiam-se à residência dos pais para celebrar a circuncisão e a nomeação do filho. Esse costume continua amplamente celebrado em Israel até hoje, sendo comum o aluguel de espaços de recepção para acomodar os convidados e a festividade.

No oitavo dia de vida do bebê, eles (os vizinhos e parentes) foram à casa de Zacarias e Isabel para circuncidar a criança.

Como Zacarias e Isabel eram idosos e ela era considerada estéril, provavelmente houve mais entusiasmo e possivelmente até mais convidados do que se fosse o quarto filho de um casal muito mais jovem.

Além de circuncidar o filho no oitavo dia, os judeus do primeiro século frequentemente davam nome aos seus filhos naquele dia.

E nesta cerimônia: iam dar-lhe o nome de seu pai, Zacarias (v.59b).

O pronome "eles" mais uma vez, refere-se aos vizinhos e parentes de Zacarias e/ou Isabel que vieram para a cerimônia.

Os judeus daquela época frequentemente davam aos seus filhos o nome de um parente, e aqueles que compareciam à cerimônia da criança naturalmente presumiam que Zacarias e Isabel iriam dar ao filho o nome de “Zacarias”, em homenagem ao pai do menino.

Mas Isabel interrompeu dizendo que ele seria chamado pelo nome de João.

Sua mãe, porém, disse: Não! Mas será chamado João. (v.60).

Com algumas exceções, na cultura judaica antiga, era prerrogativa do pai dar nome aos filhos. Em circunstâncias normais, Zacarias diria o nome da criança mas Zacarias ainda não conseguia falar devido à sua falta de fé na mensagem de Gabriel (Lucas 1:19-20) e, como logo ficará evidente, Zacarias provavelmente também não conseguia ouvir, isto é, estava "em silêncio" (Lucas 1:20) e, portanto, não conseguia ouvir o nome que seus parentes sugeriam para o bebê.

Se o bebê tivesse recebido o nome do pai, isso teria ido contra a instrução do anjo. Quando Gabriel anunciou que a esposa de Zacarias lhe daria um filho, o anjo instruiu especificamente: "Não temas, Zacarias, porque a tua oração foi ouvida, e Isabel, tua mulher, te dará à luz um filho, a quem chamarás João" (Lucas 1:13).

Aparentemente, Zacarias transmitiu esta importante instrução a Isabel, e foi por isso que ela respondeu: "Não! Mas", para aqueles que iriam chamá-lo de "Zacarias ". Sua expressão "Não! Mas" foi enfática, ousada e direta. No jargão moderno, seria semelhante a "Não, senhor!"; "Não vai acontecer!"; ou "Não!".

Após essa repentina interjeição, Isabel declarou qual seria o nome do menino: "Não! Mas será chamado João". Isso foi em obediência à instrução de Gabriel. Mas a insistência de Isabel para que seu filho se chamasse João surpreendeu seus vizinhos e parentes.

Disseram-lhe: Ninguém há entre teus parentes que tenha esse nome. (Lucas 1:61).

Os vizinhos e parentes resistiram à insistência de Isabel de que o bebê se chamasse João, e não Zacarias. Era contrário à tradição judaica dar ao filho, especialmente ao primogênito e provavelmente único, um nome que não fosse da família. Por isso, eles argumentaram que ninguém na família de Zacarias ou de Isabel se chamava João.

Evidentemente, a pressão social não importava para Isabel, ela iria seguir a ordem do anjo e chamar seu bebê de João.

Não querendo deixar isso passar tão facilmente, os vizinhos e parentes apelaram para o mudo e surdo Zacarias.

Perguntavam, por acenos ao pai que nome queria que lhe pusessem. (v. 62).

A razão pela qual eles tiveram que fazer sinais para Zacarias, o pai do menino, foi porque sua capacidade de participar e estar ciente do que estava acontecendo era severamente limitada por causa de sua condição.

Durante os aproximadamente dez meses que se passaram desde seu encontro com o anjo no templo, Zacarias permaneceu mudo e incapaz de falar. O anjo lhe dissera que o castigo por sua dúvida seria o de "ficar em silêncio" (Lucas 1:20)  o que implicou surdez, impossibilitando-o de ouvir, além da mudez que o impedia de falar. Por isso, os familiares recorriam a gestos para comunicar-se com ele, já que Zacarias não podia ouvi-los.

Quando Isabel insistiu que seu bebê fosse chamado de João, os vizinhos e parentes foram até Zacarias e se comunicaram com ele por meio de sinais para descobrir como ele queria que seu filho fosse chamado

Ele, pedindo uma tabuinha, escreveu: João é o seu nome (v.63a).

Zacarias, usando sinais, pediu aos seus vizinhos e parentes um  pedaço de madeira para que pudesse escrever como queria que seu filho fosse chamado.

Deram a Zacarias uma tábua e ele escreveu o seguinte: “Seu nome é João”.

Isso confirmou o que Isabel havia dito que seu filho deveria ser chamado e foi em obediência à instrução de Gabriel. Lucas então escreve a reação de todos:

Todos se maravilharam. (v.63b).

Todos os vizinhos e parentes ficaram chocados ao ver que Zacarias queria que seu filho se chamasse João e não o seu próprio nome ou o de qualquer outro parente. E então, no mesmo instante, algo ainda mais surpreendente aconteceu.

A boca de Zacarias é aberta (v.64)
Imediatamente, lhe foi aberta a boca e solta a língua, e começou a falar, bendizendo a Deus. (v. 64).

Depois que Zacarias obedeceu à instrução do anjo de dar ao bebê o nome de João, a boca de Zacarias, que estava fechada há cerca de dez meses, foi aberta imediatamente, e sua língua foi solta para que ele pudesse falar novamente.

O momento em que a boca de Zacarias se abriu, imediatamente após ele confirmar por escrito que o menino se chamaria João, foi altamente significativo. Gabriel havia dito a Zacarias que ele ficaria "mudo e não poderás falar, até o dia em que essas coisas acontecerem, porque não deste crédito às minhas palavras, que a seu tempo se hão de cumprir." (Lucas 1:20).

No momento em que Zacarias obedeceu à instrução de Gabriel, escrevendo o nome de João, as predições do anjo se cumpriram, e assim ele pôde falar e ouvir novamente. Assim como Zacarias ficou mudo e emudecido por não crer em Deus, ele foi capaz de falar e ouvir novamente quando obedeceu com fé.

As primeiras palavras que Zacarias disse depois que sua boca foi aberta contrastavam com as últimas palavras que ele havia falado antes de sua boca ser fechada.

  • As primeiras palavras que ele começou a falar foram louvores a Deus.
  • As últimas palavras que ele disse antes deste evento foram palavras de dúvida e ceticismo.

O louvor de Zacarias significou sua fé e submissão à vontade de Deus, em contraste com a dúvida anterior que o havia causado em silêncio e o ato espontâneo de adoração de Zacarias também serviu como um testemunho público da fidelidade e graça de Deus.

O louvor ao qual Lucas se refere aqui também pode incluir a profecia que Zacarias proferiu e está registrada em Lucas 1:67-79.

O fato de Deus abrir a boca naquele momento inspirou admiração e reverência entre todos que testemunharam essa maravilha incrível.

A maravilha do povo diante de todas essas coisas (v.65-66)
O temor apoderou-se de todos os seus vizinhos (v.65a).

Lucas escreve que o medo tomou conta de todos os que viviam ao redor deles para expressar como os eventos milagrosos que cercaram o nascimento e a nomeação do filho de Zacarias e Isabel despertaram um profundo senso de reverência.

O afrouxamento instantâneo da língua de Zacarias, após meses de mudez forçada, aliado ao seu imediato louvor a Deus, cheio do Espírito, no exato momento em que seu filho recebeu o nome de João, demonstrou de forma inequívoca que a mão do Senhor estava atuando naquela situação.

Deus havia permanecido em silêncio por quatrocentos anos. Agora, esse silêncio divino parecia estar chegando ao fim, assim como a mudez de Zacarias foi milagrosamente quebrada. A percepção do povo de que Deus estava novamente agindo despertou um sentimento de temor e expectativa diante do que Ele poderia realizar em breve

…divulgou-se a notícia de todas essas coisas por toda a região montanhosa da Judeia, e todos os que delas souberam as guardaram no coração.… (v.65b-66a).

A região montanhosa da Judeia era a área onde Zacarias e Isabel viviam. Refere-se a uma zona de colinas no território da antiga Judá, no sul de Israel. Essa região montanhosa tem seu núcleo ao redor de Jerusalém, estendendo-se também para o oeste e para o sul da cidade.

A frase todos esses assuntos inclui o seguinte:

  • A visita do anjo a Zacarias no templo anunciando o nascimento de João (Lucas 1:11-20)
  • A repentina mudez de Zacarias (Lucas 1:21-22)
  • A notável gravidez dos idosos Zacarias e Isabel, que era considerada estéril (Lucas 1:36b) e o nascimento de seu filho (v.57)
  • A nomeação de seu filho João (v. 59-62)
  • E a abertura repentina da boca de Zacarias ao ouvir João nomeando-o.
  • A profecia de Zacarias sobre João como o precursor messiânico (Lucas 1:76-77).

Por toda a região montanhosa, comentava-se sobre aqueles eventos extraordinários e seu possível significado. As pessoas conservavam essas questões no coração, ponderando-as e procurando discernir o seu sentido. Contudo, havia um reconhecimento instintivo de que aquilo significava uma coisa: o filho de Zacarias e Isabel era alguém singular, reservado para os propósitos especiais do Senhor.

E todos os que delas souberam as guardaram no coração, dizendo: Que virá a ser, então, este menino? Pois, na verdade, a mão do Senhor era com ele. (v.66).

A pergunta deles era natural e profunda. Aqueles que ouviram os relatos não os trataram como meras curiosidades passageiras, mas os ponderaram seriamente, convictos de que o destino daquela criança estava singularmente nas mãos de Deus. Sua indagação revelava a percepção de que a vida do menino seria, de alguma forma, crucial para a história de Israel pois a mão do Senhor estava evidentemente com ele.

A expressão "a mão do Senhor era com ele" significa que o favor, a bênção ou o poder de Deus estava sobre o bebê João. Lucas usa essa expressão para mostrar como o povo reconheceu facilmente a presença orientadora de Deus sobre João desde o início.

Esta frase também lembra outras figuras bíblicas sobre as quais a mão do SENHOR estava.

Esses números incluem:

  • Davi
    (1 Samuel 18:12)
  • Ezequiel
    (Ezequiel 1:3)
  • Esdras
    (Esdras 7:9)
  • Neemias
    (Neemias 2:8)

Mas talvez a mais significativa dessas figuras (no que se refere a João), para quem a mão do Senhor esteve presente, seja o profeta Elias (1 Reis 18:46). Isso porque, quando Gabriel anunciou o nascimento de João a Zacarias, disse-lhe que João estaria "no espírito e poder de Elias" (Lucas 1:17).

O povo tinha razão em se perguntar quem seria João. Pois, como seu nome João prediz, o favor de Deus certamente estava sobre ele. O reconhecimento da mão de Deus sobre a criança pela comunidade prenunciava o ministério extraordinário que logo se revelaria por meio dele.

Com o tempo, João seria o precursor do Messias, preparando os corações do povo para a salvação vindoura (Lucas 3:1-6).

Para saber mais sobre João, veja o artigo A Bíblia Diz: “Quem foi João Batista?”

O ministério de João como precursor messiânico foi profeticamente anunciado por Zacarias em Lucas 1:76-79.

Zacarias também profetizou, anunciando como Deus havia visitado o Seu povo e como o Messias, em breve, surgiria para cumprir os juramentos das alianças abraâmica e davídica, a fim de redimir Israel. Este será o tema do próximo comentário bíblico (Lucas 1:67-75).