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Mateus 5:1-2 explicação

Após perceber o grande afluxo das multidões, Jesus se retira para as montanhas e Seus discípulos O seguem. Jesus começa a ensiná—los. Seu discurso nos capítulos 5-7 é tradicionalmente conhecido como “Sermão da Montanha”.

Mateus 5:3 explicação

A primeira declaração (A) do quiasmo de Jesus sobre se ter uma opinião realista de si mesmo.

Mateus 5:3-10 explicação

Jesus começa o “Sermão da Montanha” com o estilo literário que ficou conhecido como As Bem—Aventuranças. Jesus repetiu várias vezes a palavra “Bem—aventurados” (Makarios) — no sentido de uma realização — para descrever os cidadãos do Seu Reino. A característica central desses cidadãos é a justiça (harmonia social) e misericórdia (generosidade e compaixão).

Mateus 5:4 explicação

A segunda declaração (B) do quiasmo de Jesus é centrada no choro como expressão de arrependimento.

Mateus 5:5 explicação

A terceira declaração (C) do quiasmo de Jesus está focada na humildade e quebrantamento.

Mateus 5:6 explicação

(D) é o primeiro tópico central do quiasmo de Jesus. A declaração está focada no caminho para o desejo e conquista da harmonia social e da justiça.

Mateus 5:7 explicação

A declaração de Jesus (D’) é o segundo tema central do quiasmo de Jesus, focado na plataforma do Seu Reino e no princípio da misericórdia: Seja misericordioso para receber misericórdia.

Mateus 5:8 explicação

A sexta declaração (C’) do quiasmo de Jesus está centrada na pureza interior (pureza de coração).

Mateus 5:9 explicação

A sétima declaração do quiasmo de Jesus (B’) está centrada em sermos pacificadores.

Mateus 5:10-12 explicação

A oitava e última declaração (A’) do quiasmo de Jesus em relação ao Makarios lida com a perseguição por causa da justiça. Jesus reitera este tema comunicando aos discípulos que Deus irá recompensá—los por viverem em justiça diante da perseguição.

Mateus 5:13-16 explicação

Logo após o quiasmo conhecido como as “Bem—Aventuranças”, Jesus usa as metáforas do ‘sal’ e ‘luz’ para identificar a Seus discípulos, bem como o impacto que eles devem exercer neste mundo.

Mateus 5:17-20 explicação

Jesus diz a Seus discípulos que Ele não veio para abolir a Lei, mas para cumprir o que Moisés e os profetas haviam ensinado. No entanto, Ele deixa claro que os que obedeciam à Lei apenas na literalidade não possuíam justiça suficiente para entrar no Reino dos Céus.

Mateus 5:21-22 explicação

Jesus diz que a justiça é cumprida pela obediência externa à Lei e pela obediência interna ao espírito da Lei. Ações violentas e desejos violentos no coração resultam em desarmonia (injustiça).

Mateus 5:23-24 explicação

Ao concluir Seu exemplo de como a ira é a demonstração externa de desarmonia (injustiça), Jesus fala sobre sua aplicação prática.

Mateus 5:25-26 explicação

A reconciliação é importante não somente para um irmão, mas vale também para alguém com quem tenhamos um conflito. Apaziguar o conflito evita consequências desnecessárias.

Mateus 5:27-28 explicação

Jesus ensina que tanto o pecado externo do adultério quanto o pecado interno da lascívia são violações da Aliança de Deus.

Mateus 5:29-30 explicação

Jesus usa duas metáforas dramáticas — é melhor que Seus discípulos arranquem seus olhos e cortem suas mãos — como forma de expressar uma verdade crucial. É melhor negar—se a si mesmo por causa Dele do que perder a vida eterna em Seu Reino e todos os benefícios que a acompanham.

Mateus 5:31-32 explicação

Jesus fecha uma brecha legal usada pelos homens para explorar o ensinamento de Moisés sobre o divórcio.

Mateus 5:33-37 explicação

Jesus demonstra que a justiça e a hamornia não são questão de juramentos, mas de honestidade e verdade.

Mateus 5:38-42 explicação

Jesus vira o sistema de “justiça” humano de ponta cabeça. Ele diz a Seus discípulos para buscarem oportunidades de servir, ao invés de buscarem oportunidades para se vingar de acordo com a letra da lei.

Mateus 5:43-47 explicação

Jesus apresenta e exige uma visão radicalmente diferente do amor oferecido pelo mundo.

Mateus 5:48 explicação

Jesus fala sobre o caráter dos que estão em Seu Reino e ordena que Seus seguidores o apliquem.


Os capítulos 5-7 formam o "Sermão da Montanha". Jesus se afasta das grandes multidões e se concentra em ensinar Seus discípulos. Esta é a plataforma do reino de Jesus. Jesus é o segundo Moisés profetizado por Moisés, dando uma nova palavra de Deus de uma montanha diferente. O sermão de Jesus tem o mesmo propósito que a palavra de Deus no Monte Sinai — ele mostra aos humanos como viver construtivamente em comunhão com Deus e uns com os outros. A ênfase de Jesus está no espírito por trás da lei. Sem uma mudança de coração, as regras não funcionam. Jesus iniciou uma nova aliança, onde a lei foi escrita no coração (Jeremias 31:31; Mateus 25:28).

O Sermão da Montanha faz a transição de Jesus falando para "grandes multidões" para falar para uma "multidão" que consiste em Seus discípulos. As "grandes multidões" incluíam gentios das nações vizinhas que tinham vindo para serem curados de doenças físicas. É provável que Jesus tenha falado grego para as "grandes multidões", pois essa era a língua do comércio naquela época. É amplamente aceito que Jesus normalmente ensinava em aramaico ao falar com judeus. Era a língua de rua falada pelos judeus depois que eles retornaram do exílio na Babilônia.

Mas Jesus, como a maioria dos judeus de sua época, também teria sido poliglota. Ele certamente teria sido capaz de ler e falar as escrituras hebraicas. E, como mencionado, Ele certamente também saberia grego, a língua comum do mundo antigo. É provável que seu pai adotivo, José, tivesse trabalhado como comerciante na cidade romana próxima de Séforis, o que exigiria saber um pouco de grego.

Ele também pode ter aprendido um pouco de latim, a língua oficial do governo romano. Mateus pode ter escrito originalmente toda ou parte de sua narrativa do Evangelho de Jesus, o Messias, em aramaico, hebraico ou grego. Mas, independentemente da língua em que ele escreveu originalmente, seu evangelho foi preservado em grego. É de manuscritos gregos que todas as nossas traduções são, em última análise, baseadas.

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